Apresentação fundadora — ABRA, Ética e Ideal
Texto institucional que descreve a razão de ser da ABRA, a concepção de ética inspirada em Aristóteles, Huberto Rohden e Gautama Buda, e o ideal de resgate de valores universais.
História · Marcos fundadores
A Associação Ética Brasileira nasceu como ABRA — Amigos do Brasil em Prol da Ética, em 2006-2007, com o propósito de transformar inquietação cívica em ação institucional organizada. A linha do tempo abaixo reúne marcos fundadores, qualificações públicas e reconhecimentos.
Texto institucional que descreve a razão de ser da ABRA, a concepção de ética inspirada em Aristóteles, Huberto Rohden e Gautama Buda, e o ideal de resgate de valores universais.
Ata de constituição assinada em Sobradinho-DF. Definiu a diretoria fundadora — Cleiton Pereira dos Reis (Presidente), Claudiney Araruna de Almeida (Vice), Jefferson Francisco Ramos Poli (Conselho Fiscal) — e os primeiros projetos da associação.
Qualificação como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, processo MJ nº 08071.000126/2008-18, despacho do Secretário Nacional de Justiça em 24/03/2008.
Resolução nº 57, de 22/05/2020, concedendo registro provisório à AEB junto ao CDCA-DF — atestando atuação em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente.
Capacitações do programa Selo Social do Distrito Federal, ciclo a ciclo, com a OSCIP-ABRA registrada como organização participante.
Manifesto fundacional
Levamos paz aos pobres e oprimidos, abrigo aos famintos de espírito e amor, apartamos o medo dos aflitos pela dor implacável até abraçarmos suas causas. Somos a brandura pelos impotentes e a esperança perdida no caminho da desolação. Lutamos por um mundo de consciência onde a fraternidade e a solidariedade são como o ar que respiramos: vital, sem preço, sem prazo, sem condição. O serviço social é tudo que conhecemos, e para isso nascemos.
— Jefferson F. R. Poli — Carta ao Terceiro Setor
Ler o texto integralReconhecimento institucional da OSCIP-ABRA
A Medalha Dulce Salles foi instituída pela OSCIP-ABRA em 2008, em memória de Dulce Salles Cunha Braga, tia do Vice-Presidente Jefferson Poli. É entregue esporadicamente, como símbolo de paz, honra e mérito, a homens e mulheres de grande valor para a causa pública.
Senadora pelo PDS-SP em 1982, deputada estadual paulista por sucessivas legislaturas, vereadora, advogada, cantora lírica e professora. Pioneira no curso de alfabetização em massa pelo rádio e televisão — base para o MOBRAL — e autora, como constituinte em 1967, da emenda que resultou no CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo).
Homenageado: Cleiton Pereira dos Reis
A primeira Medalha Dulce Salles foi entregue ao Presidente fundador da OSCIP-ABRA, Cleiton Pereira dos Reis, por idealizar o curso Cine Cidadão e formas de moldar o jovem em cidadão consciente de ética, moral e civismo. A entrega marcou o encerramento da 1ª turma do Cine Cidadão.
"Em memória de uma grande mulher que não está mais entre nós, a OSCIP-ABRA institui esta medalha — símbolo de paz, honra e mérito — a homens e mulheres de grande valor. Que esta medalha fique gravada também em nossos corações."Abrir discurso da entrega